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Formação de Professores

Encontro temático sobre Formação de Professores realizado com os participantes do CONSED



Formação de Professores - Parte 01

Introdução

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Transcrição

00:00 a 00:10 (Vinheta de Abertura com Animação Gráfica)

Imagem: Vinheta de Abertura com Animação Gráfica. Sobre um fundo totalmente branco , elementos gráficos aparecem gradativamente ao centro. Um quadrado laranja com traçado de pincel se forma, seguido do aparecimento da logomarca da Fundação Itaú Social, que se integra à lateral direita do quadrado. Estes elementos gráficos se deslocam para a esquerda da tela. À direita, os seguintes dizeres na cor laranja aparecem: “Formação de professores: o que dizem as avaliações de impacto”. Logo abaixo, o texto em azul escuro: “Encontro Temático”. Ao final, os elementos se dissolvem e a tela fica totalmente branca.

Áudio: trilha animada tocada por piano e instrumentos de corda.

00:11 a 0:13 (Segunda Vinheta com Animação Gráfica)

Imagem: Vinheta com Animação Gráfica. No centro da tela, a palavra “Introdução” aparece lentamente escrita em azul escuro sobre fundo branco. Ao lado da palavra, no lado esquerdo, um traçado em laranja que se inicia ao centro, debaixo para cima, fazendo uma espécie de nó na metade do traçado.

Áudio: trilha animada tocada por piano e instrumentos de corda.

0:14 ao Fim (Paula Louzano, Pesquisadora em Política Educacional USP)

Imagem: A pesquisadora em Política Educacional pela USP, Paula Louzano, fala para uma plateia segurando um microfone sem fio.

Áudio: A tarefa que me foi dada era pegar o tema da formação continuada, que é uma política pública que, no geral, cabe às secretarias estaduais e municipais de educação organizar um conjunto de pesquisas ou de avaliações de impacto... ou seja, não era qualquer pesquisa. Era uma pesquisa específica. E... tentar trazer a contribuição dessas pesquisas para a formação continuada. Vocês vão ver que a maioria dos trabalhos não são brasileiros e não são escritos sobre programas brasileiros. E uma das razões não é porque a gente acha que tem que fazer igual lá em Nova Iorque etc. Não é isso! É porque, naqueles países, a prática de avaliar os programas é muito mais arraigada que aqui. Em alguns países, não só eles fazem isso como eles incorporam no desenho do programa, quando eu estou desenhando o que eu vou fazer, eu já incorporo um componente de avaliação, porque eu já consigo fazer uma avaliação melhor do impacto se eu já incorporo no desenho do meu programa. E a tentativa metodológica que esses estudos fazem é de isolar o que é o programa, o que é o efeito do programa (ou da intervenção) que está sendo colocado em prática contra outras coisas que estão acontecendo simultaneamente. Então, essa é uma das principais dificuldades. E quando você incorpora avaliação no seu desenho do programa, é mais fácil você eliminar essa dificuldade. Quando a gente usa aqui a palavra “causal”, a gente quer dizer o seguinte: “eu quero poder provar que o que causou a melhoria do desempenho do meu aluno e o desempenho do meu professor foi exatamente o meu programa e não uma outra coisa que eu fiz. No geral, uma avaliação de impacto, ela se inspira muito na avaliação médica... da área médica... onde você faz uma intervenção e você tem um grupo de tratamento e um grupo de controle. Você dá o “remédio” ou faz a intervenção no grupo de tratamento e você tem um grupo de controle, que, em tese, é idêntico ao seu grupo de tratamento, mas que não recebe um tratamento. Então, a ideia aqui é como a gente consegue, com tudo isso, fazer estudos que tentam medir o impacto causal de uma intervenção.